Por Que Existimos

NOSSO
MANIFESTO

Nascemos para atuar como agentes de transformação no setor de atenção domiciliar, contribuindo para que sejamos relevantes frente e urgente necessidade de construção de novos modelos para o mercado de saúde, que hoje vive um colapso. Seja no setor público ou privado e claro, por razões diferentes, o sistema chamado de “homecare” ainda é entendido de forma equivocada pelo mercado e se não “educarmos” as partes envolvidas, corremos o mesmo risco, de gerar um colapso bastante significativo no setor.

Quando nos referimos a educar as partes, focamos nos profissionais que atuam no setor e que já na sua formação de base não tem preparo adequado para atuar em domicílio. Normalmente, logo após uma formação básica, os profissionais são alocados no setor para “ganhar experiência” e depois buscarem “coisa melhor”. É um equívoco!

Atuar em uma residência exige muito preparo técnico e emocional, afinal dentro de um hospital ele tem todo o tipo de suporte em uma intercorrência, por exemplo, outros colegas, médicos, equipamentos, etc. E em casa, quem dá o suporte? Ele deve ser o elo mais forte da corrente e ser o ponto técnico e emocional da casa, tendo papel fundamental em “educar a família” em alguns aspectos.

Ainda falando de educar as partes, é preciso definir os papéis e limites da família, do cuidador e buscar sinergia nesse processo. É um trabalho diário e exaustivo, mas precisa acontecer. Isso feito de forma adequada, sem dúvida, evitaria muitos casos de judicialização, pois a família estaria consciente de todo o processo, esforço e complexidade envolvidos.

Por fim, as partes que também precisam buscar um meio termo, um equilíbrio, são as próprias empresas de atenção domiciliar e as operadoras. Não se pode achar que nos dias de hoje alguém é “tolo”. Tentar empregar lucros abusivos não se sustenta, mas da mesma forma, preços abaixo do mínimo viável seguem o mesmo caminho, podendo gerar, por exemplo a alocação de mão de obra pouco preparada e comprometer todo o resultado do processo. A palavra de ordem então é agir com “bom senso”.

Durante estes quatro anos de existência, que atendemos mais de 200 famílias em processos de internação e atenção domiciliar, buscamos além do bom senso, nos preparamos para apoiar ainda mais o mercado corporativo (Operadoras). Desapegar do status quo da saúde, trazendo inovação e oportunidades para o mercado.

Estudamos este mercado e a experiência do usuário frente aos sistemas atuais, fragmentando-as em módulos, para que pudéssemos pensar em soluções aliando protocolos médicos de excelência e tecnologia.  Depois dessa grande engenharia sobre a experiência do usuário e um estudo aprofundado do mercado e suas tendências, percebemos fatores extremamente relevantes para acreditar ser possível desenvolver um projeto voltado para a melhoria da saúde e maior atenção na prevenção e estudo multidimensional do indivíduo em domicílio.

O resultado disso será um sistema inédito no brasil, tanto para pessoa física que depende do SUS, quanto para Operadoras de saúde conseguirem controlar sua carteira, com foco na prevenção e monitoramento continuado e com isso evitando o uso em demasia do sistema, seja para consultas, exames, idas ao pronto socorro, internações e até mesmo cirurgias. É o bom senso no uso, mas com apoio e monitoramento para garantir aderência.

Somos diferentes e entendemos o valor do cuidado e por isso, lutaremos incansavelmente para empregar o bom senso, em todas as direções, criando uma sinergia e relações ganha-ganha.

Pensar diferente é certamente um ingrediente importante para chegar em lugares que ninguém chegou. Mas depois de pensar, temos de sentir e agir!

Diretoria Cuidados em Casa